Concurso de Audiovisuais 2012 – Participação Política das Mulheres

Iº de Fevereiro á 30 de março de 2012.

“Paridade é Igualdade” é o slogan do Concurso de Audiovisuais 2012 lançado pela Reunião Especializada da Mulher do Mercosul (REM), da qual a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) participa representando o Brasil. O objetivo é sensibilizar  para a necessidade de aumentar a participação política das mulheres em todos os âmbitos e conquistar a paridade de gênero.

PRÊMIOS - Poderão se inscrever metragens de até um minuto, que concorrerão a dois prêmios: 1° Prêmio Jurado REM, no valor de US$ 6.000,00 (seis mil dólares); e 2° Premio Jurado Popular, no valor de US$ 2.000 (dois mil dólares) – votação através da plataforma You Tube.

O envio de propostas dever ser feito no período de primeiro de fevereiro até 30 de março.

Acesse o sítio da http://www.mercosurmujeres.org/pt/concurso-de-curta-metragem-av12

Convite

7º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero

SEMINÁRIO CONVENÇÕES DE GÊNERO, SEXUALIDADE E VIOLÊNCIA: Reflexões sobre Homofobia.

9ª CAMINHADA DE LÉSBICAS E BISSEXUAIS DE SÃO PAULO

Parada do Orgulho LGBT causa polêmica na escolha do Tema

A 15.ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, considerada a maior do mundo, já começa a render polêmica nesta edição. Pela primeira vez, o evento se apropriou de uma citação religiosa – e contará com representantes de um grupo religioso desfilando na Avenida Paulista, no dia 26. A relação do preconceito com a religião é o tema deste ano: “Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!” Uma carta lida ontem na coletiva de abertura do evento explicou a citação, típica do universo cristão. “Respeitosamente nos apropriamos dela para pedir fim à guerra travada entre religião e direitos humanos”, dizia o manifesto. “O País está sendo vítima de um sistema fundado em uma moral religiosa, mas este é um recado direto para toda a sociedade brasileira”, disse o presidente da Parada, Ideraldo Beltrame. A carta cita que 260 gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais foram mortos em 2010 por crimes de ódio, conforme dados do Grupo Gay da Bahia. Reverendos e seguidores da Igreja Anglicana do Brasil, além de fiéis de outras religiões, vão participar da passeata ao lado de gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros e simpatizantes. O grupo deverá ter um trio elétrico próprio. “Duzentas pessoas, entre protestantes, anglicanos, metodistas e luteranos, devem estar no carro”, disse Beltrame, seguidor da Igreja Anglicana. Budistas e hinduístas também foram convidados. “O trio deve chamar ‘O amor lança fora todo o medo’, que é o que a gente prega”, espera Ester Lisboa, fiel da Igreja Anglicana que ajuda a organizar o desfile. A mensagem estará estampada em camisetas usadas pela comitiva, que trarão no verso a frase “religiosos e religiosas contra a homofobia”. Reações As reações ao tema não demoraram. O site oficial da Parada foi hackeado no fim da tarde de ontem. Em destaque na página inicial do site consta a frase “DEUS CRIOU O HOMEM E A MULHER, NÃO EXISTE TERCEIRA OPÇÃO! (SITE HACKEADO!)”. Logo abaixo lia-se “COMMAND TRIBULATION! SITE HACKEADO, APAIXO PL122!”. O PL122, ao qual o texto se refere, é o projeto de lei que visa a tornar crime a homofobia. Quem acessa o link encontra uma citação bíblica creditada ao Romanos I e a frase “O salário do pecado é a morte!”

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/tema-parada-orgulho-lgbt-causa-pol%C3%AAmica-114500578.html

Lésbica blogueira é sequestrada na Síria

A Blogueira lésbica Amina Adballa foi sequestrada em Damasco na última segunda-feira por homens armados. Amina é a autora do Blog “A gay girl in Damascus” e estava envolvida nos protestos populares pela derrubada de um governo que já assassinou mais de mil pessoas envolvidas nos protestos. O paradeiro de Amina é desconhecido. Começou uma campanha internacional pela libertação de Amina e eu fiz uma postagem no blog nacional: http://lblnacional.wordpress.com/2011/06/07/blogueira-lesbica-sequestrada-na-siria/ Nessa postagem há o link para a petição em favor de Amina. Tem também o link para o blog dela e a página no Facebook também em favor da liberação da jovem. Se alguém aqui usa o Twitter, coloquem a tag #FreeAmina Vamos criar uma pressão internacional pela liberdade de Amina!

Campanha: Rio sem Homofobia

Governador Sérgio Cabral lança campanha Rio sem Homofobia nesta segunda (16)

Cerimônia de lançamento acontece no 7º andar do prédio da Central do Brasil, onde também será assinado o decreto de regulamentação do uso do nome social por travestis e transexuais

O estado do Rio de Janeiro continua sendo vanguarda na história das transformações sociais do país. Após o STF ter aprovado a união estável de homossexuais – ação proposta pelo Governo do RJ -, agora é a vez do governador Sergio Cabral, juntamente com o secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves e o superintendente de Direitos Individuais Coletivos e Difusos, Cláudio Nascimento lançarem a campanha publicitária do Programa Rio sem Homofobia na próxima segunda-feira (16) às 10h.

A cerimônia também marcará a assinatura do decreto de reconhecimento e regulamentação do uso do nome social por travestis e transexuais na administração pública do estado do Rio de Janeiro. Além disso, também será apresentado o caderno de ações e metas 2011-2014 do Programa Rio sem Homofobia.

“A vitória obtida no Supremo Tribunal Federal, na última semana, do reconhecimento da união estável de pessoas do mesmo sexo, foi uma luta que começou aqui. É um orgulho para o estado, mas temos que avançar ainda mais. Neste sentido, esta cartilha que iremos lançar será fundamental para que a população do estado saiba tudo o que já foi feito no combate à homofobia e em defesa dos direitos LGBT, além de acompanhar o que está em vias de ser posto em prática”, destaca o secretário Rodrigo Neves.

Estarão presentes no evento, além do governador, do secretário e do superintendente, a senadora Marta Suplicy (PT/SP), representando a Frente Parlamentar LGBT; e a Ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário (a confirmar); além de prefeitos e demais secretários de governo.

“É uma data histórica. O Governador Sérgio Cabral tem dado provas de que governa para todos e todas sem qualquer tipo de distinção, principalmente tratando-se de orientação sexual e identidade de gênero. Esta iniciativa do governo é um grande passo para o combate à homofobia e a promoção da cidadania LGBT, contribuindo para a mobilização de corações e mentes a fim de construir uma sociedade de paz”, orgulha-se o também coordenador do Programa Rio sem Homofobia e presidente do Conselho Estadual dos Direitos da população LGBT, Cláudio Nascimento.

Campanha Rio sem Homofobia


Assinada pela empresa de publicidade e propaganda Nova S/B, a campanha conterá peças comunicacionais como spots para rádio e filmes para TV, cartazes, outdoors, busdoors, mobiliário urbano, folhetos; um website e produtos específicos para a web e itens promocionais tais como camisetas, barracas de praia e blocos são algumas das sugestões que integram o plano de mídia desenvolvido.

A campanha vai reforçar a mensagem contra a homofobia mostrando lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais como cidadãos comuns que são, em peças que mostram os personagens em situações cotidianas, positivas e afirmativas. Principalmente, a campanha vai destacar a atuação inovadora do RIO SEM HOMOFOBIA, um programa que  combate a discriminação e o preconceito contra LGBT, promovendo a cidadania dessa população no Estado do RJ, através de disseminação da informação sobre direitos, atuação no combate à violência, ações nas áreas de educação, culturais, assistência social, segurança, direitos humanos, sistema penitenciário, turismo, esporte e saúde, envolvendo a sociedade civil organizada e os poderes governamentais.

STF reconhece união homossexual como entidade familiar

O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu, por unanimidade, como união estável ou entidade familiar a união homoafetiva. “O reconhecimento, portanto, pelo tribunal, hoje, desses direitos, responde a um grupo de pessoas que durante longo tempo foram humilhadas, cujos direitos foram ignorados, cuja dignidade foi ofendida, cuja identidade foi denegada e cuja liberdade foi oprimida”, afirmou a ministra Ellen Gracie. Pela decisão do Supremo, os homossexuais passam a ter reconhecido o direito de receber pensão alimentícia, ter acesso à herança de seu companheiro em caso de morte, podem ser incluídos como dependentes nos planos de saúde, poderão adotar filhos e registrá-los em seus nomes, dentre outros direitos. As uniões homoafetivas serão colocadas com a decisão do tribunal ao lado dos três tipos de família já reconhecidos pela Constituição: a família convencional formada com o casamento, a família decorrente da união estável e a família formada, por exemplo, pela mãe solteira e seus filhos. E como entidade familiar, as uniões de pessoas do mesmo sexo passam a merecer a mesma proteção do Estado. Facilidade A decisão do STF deve simplificar a extensão desses direitos. Por ser uma decisão em duas ações diretas de inconstitucionalidade – uma de autoria do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e outra pela vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat -, o entendimento do STF deve ser seguido por todos os tribunais do país. Os casais homossexuais estarão submetidos às mesmas obrigações e cautelas impostas para os casais heterossexuais. Por exemplo: para ter direito à pensão por morte, terá de comprovar que mantinha com o companheiro que morreu uma união em regime estável. Pela legislação atual e por decisões de alguns tribunais, as uniões de pessoas de mesmo sexo eram tratadas como uma sociedade de fato, como se fosse um negócio. Assim, em caso de separação, não havia direito a pensão, por exemplo. E a partilha de bens era feita medindo-se o esforço de cada um para a formação do patrimônio adquirido.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/casais-gays-poder%C3%A3o-adotar-filhos-registr%C3%A1-los-225000609.html

CAMPANHA CURAS QUE MATAM: uma vida sem discriminação é um direito

Um grupo de organizações da América Latina e Caribe está lançando a campanha “Curas que Matam”

No dia 17 de maio celebra-se o Dia Internacional contra a Homofobia,Lesbofobia e Transfobia, comemorando que em 1990, num feito histórico, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aceitou oficialmente a homossexualidade como uma variação natural da sexualidade humana.

Desde então, a comunidade científica internacional se opõe a todas as abordagens que consideram a homossexualidade como uma enfermidade que deva ser “curada”.

O consenso médico e político também vem crescendo em todo o mundo no sentido de adotar o mesmo enfoque sobre a transexualidade.

Opondo-se a isto, algumas vozes conservadoras ainda pregam e promovem a chamada “terapia reparativa”,muitas vezes com o apoio de correntes religiosas e, às vezes, inclusive como consentimento de instituições do Estado.

Estes “tratamentos” não apenas são ineficazes como também reforçam os sentimentos de culpa e a baixa auto-estima, aumentam o sofrimento psicológico e, em alguns casos extremos, levam pessoas ao suicídio. Por outro lado, ao incentivar a homofobia, lesbofobia e transfobia, incitam a discriminação, a violência e os assassinatos.

A grande campanha latinoamericana e caribenha “CURAS QUE MATAM” se opõe a qualquer terapia que pretenda “curar” a homossexualidade e a transexualidade.

EXIGIMOS que os governos observem o princípio da laicidade dos Estados latinoamericanos e caribenhos e tomem medidas concretas para combater as práticas “reparadoras” da homossexualidade e transexualidade, incluindo a interrupção de qualquer financiamento público a instituições ou indivíduos que não estejam claramente distanciados dessas práticas.

EXIGIMOS que as instituições nacionais ou locais de saúde pública retirem dos sistemas de saúde público e privado todas as pessoas que pratiquem ou promovam práticas “reparadoras” da homossexualidade e transexualidade.

INSTAMOS que doadores privados e financeiras incluam como critério para aprovação de solicitações de apoio a rejeição ao discurso de terapias “reparativas” que atentam contra os direitos humanos.

SOLICITAMOS que as autoridades religiosas condenem firmemente o uso de discursos que proponham e/ou incentivem processos de “reparação” da homossexualidade e transexualidade, e que promovam a aceitação da diversidade sexual e de gêneros.


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